Na sexta-feira, dia 25 de maio de 2018, às
12h30, o Centro Cultural UFMG recebe o grupo Cóccix Companhia Teatral
com a apresentação da peça “A Santa do Capital”. O espetáculo
tem direção de Lenine Martins e dramaturgia de Rogério Coelho. A entrada
é gratuita e integra o projeto Baixo Centro En [cena], como parte da programação
do programa Muitas Culturas nos Campi. Classificação: livre.
“A Santa Joana dos Matadouros”, obra de Bertolt Brecht, se transfigura e o contexto presente traz à luz dos olhos “A Santa do Capital”. As cenas conduzidas por facetas e mascaramentos metamorfoseados nos elementos da carne, do aço, do fogo, da fome e da fé no Capital sobrepujam a realidade dos brutalizados. “Pobres fiéis da Santa sem alma. Quantas vozes dialéticas possíveis esta Santa pode ressaltar? Qual Santa nos alimenta o estômago? A serviço de quem ela propaga sua, nossa voz?”
PROCESSO DE CRIAÇÃO
“A Santa Joana dos Matadouros”, obra de Bertolt Brecht, se transfigura e o contexto presente traz à luz dos olhos “A Santa do Capital”. As cenas conduzidas por facetas e mascaramentos metamorfoseados nos elementos da carne, do aço, do fogo, da fome e da fé no Capital sobrepujam a realidade dos brutalizados. “Pobres fiéis da Santa sem alma. Quantas vozes dialéticas possíveis esta Santa pode ressaltar? Qual Santa nos alimenta o estômago? A serviço de quem ela propaga sua, nossa voz?”
PROCESSO DE CRIAÇÃO
Mesmo após 60 anos da morte do dramaturgo
Bertolt Brecht, completados no ano de 2016, os textos do alemão
que revolucionou o teatro contemporâneo continuam atuais, especialmente
se observados sob o ponto de vista social, político e econômico. É por
isso que a Companhia Cóccix Teatral, atuante desde 2006 na capital mineira
com peças de cunho político, escolheu a aclamada obra do dramaturgo “A
Santa Joana dos Matadouros” como fonte de inspiração desta montagem.
Além do texto, o roteiro de “A Santa do
Capital” foi criado com base no contexto político contemporâneo mundial,
especialmente no que diz respeito à luta de classes e a opressão vivida
pelo “povo” por um sistema capitalista cada vez mais cruel, que coopta
discursos, fé, corpos e lutas. Este trabalho é oriundo de um processo coletivo
moldado pelos membros do grupo e pela equipe convidada, que ao longo de
nove meses se dividiu entre leitura de textos, ocupações em espaços diversos
da cidade de Belo Horizonte, debates teóricos, treinamentos com base em
mascaramentos, performances e experimentações cênicas. Sendo este um processo
vivo, aguerrido, em que todos os criadores propuseram sua poética sem o
peso dos moldes hierárquicos, o que possibilitou a este trabalho se metamorfosear
e agregar pessoas, espaços e fazeres diversos.
Em todos os processos de criação a Cóccix Companhia Teatral opta por uma dramaturgia própria, que dialogue diretamente com o contexto social e político contemporâneo. Tal escolha se dá mediante o propósito de que o artista criador consiga imprimir através da obra, sua perspectiva, seus desejos, ânimos e conflitos. Diante deste contexto, acredita-se que atuar seja um verbo que está para além da cena, para além de aplausos e prêmios. Atuar é agir em vida. É transfigurar-se de lutas. É existir e resistir em sentidos.
FICHA TÉCNICA:
Direção: Lenine Martins.
Dramaturgia: Rogério Coelho.
Elenco: Sinara Teles, Jessé Duarte, Marcelo Aléssio, Rafael Bottaro e Rogério Gomes.
Estudo da conjuntura política: Júlia Pereira.
Direção Musical: Sérgio Andrade.
Workshop Sonoro: Diego Poça.
Cenário e Figurino: Marney Heittman.
Artista Plástica: Fernanda Melo.
Produção executiva: Rogério Gomes e Sinara Teles.
Contrarregragem: Carol Mezanto e Vinícius Guedes.
Iluminação: José Reis.
Designer gráfico: Fabrício Trindade e 5por3 Arquitetura
Fotografia e Vídeo: NAUM Audiovisual.
Realização: Cóccix Companhia Teatral.
Programa Muitas Culturas nos Campi | DAC-UFMG
Além do texto, o roteiro de “A Santa do
Capital” foi criado com base no contexto político contemporâneo mundial,
especialmente no que diz respeito à luta de classes e a opressão vivida
pelo “povo” por um sistema capitalista cada vez mais cruel, que coopta
discursos, fé, corpos e lutas. Este trabalho é oriundo de um processo coletivo
moldado pelos membros do grupo e pela equipe convidada, que ao longo de
nove meses se dividiu entre leitura de textos, ocupações em espaços diversos
da cidade de Belo Horizonte, debates teóricos, treinamentos com base em
mascaramentos, performances e experimentações cênicas. Sendo este um processo
vivo, aguerrido, em que todos os criadores propuseram sua poética sem o
peso dos moldes hierárquicos, o que possibilitou a este trabalho se metamorfosear
e agregar pessoas, espaços e fazeres diversos. Em todos os processos de criação a Cóccix Companhia Teatral opta por uma dramaturgia própria, que dialogue diretamente com o contexto social e político contemporâneo. Tal escolha se dá mediante o propósito de que o artista criador consiga imprimir através da obra, sua perspectiva, seus desejos, ânimos e conflitos. Diante deste contexto, acredita-se que atuar seja um verbo que está para além da cena, para além de aplausos e prêmios. Atuar é agir em vida. É transfigurar-se de lutas. É existir e resistir em sentidos.
FICHA TÉCNICA:
Direção: Lenine Martins.
Dramaturgia: Rogério Coelho.
Elenco: Sinara Teles, Jessé Duarte, Marcelo Aléssio, Rafael Bottaro e Rogério Gomes.
Estudo da conjuntura política: Júlia Pereira.
Direção Musical: Sérgio Andrade.
Workshop Sonoro: Diego Poça.
Cenário e Figurino: Marney Heittman.
Artista Plástica: Fernanda Melo.
Produção executiva: Rogério Gomes e Sinara Teles.
Contrarregragem: Carol Mezanto e Vinícius Guedes.
Iluminação: José Reis.
Designer gráfico: Fabrício Trindade e 5por3 Arquitetura
Fotografia e Vídeo: NAUM Audiovisual.
Realização: Cóccix Companhia Teatral.
Programa Muitas Culturas nos Campi | DAC-UFMG
O Baixo Centro En [cena] é parte da programação
do programa Muitas Culturas nos Campi, uma realização da Diretoria
de Ação Cultural da UFMG (DAC). O programa tem como objetivo principal
promover a articulação, interação e interlocução entre todos os espaços
culturais vinculados à DAC, potencializando a integração das ações artístico
culturais da UFMG. A programação gratuita, diversificada e de qualidade,
é apresentada em forma de circuito cultural em diversas unidades da Universidade.
A ideia é promover o intercâmbio das expressões culturais locais
e regionais com a comunidade artística e acadêmica. São realizadas apresentações,
oficinas, cursos e minicursos, palestras, exposições, instalações, residências
artísticas, ciclos de debates, entre outros. Diferentes linguagens artísticas
como teatro, dança, música, poesia, performances e intervenções, integram
a comunidade acadêmica aos artistas e aos grupos diversos, incluindo‐se
dentre eles os provenientes dos segmentos historicamente excluídos. Atualmente,
o Muitas Culturas é composto por seis projetos: Quarta Doze e Trinta, Ao
Cair da Tarde (ambos no Campus Pampulha da UFMG), Quinta Cultural (no Campus
Saúde da UFMG), Baixo Centro En [Cena] (no Centro Cultural UFMG), Multiverso
(no Espaço do Conhecimento UFMG) e Perspectiva (no Conservatório UFMG).
Todas as atividades são gratuitas e abertas para a comunidade externa.
O Centro Cultural UFMG fica na Av. Santos Dumont, 174, esquina com Rua da Bahia.
Serviço
Espetáculo teatral “A Santa do Capital” – Baixo Centro En [cena]
Data: 25/05/2018
Horário: 12h30
Local: Auditório do Centro Cultural UFMG
Entrada franca | Classificação: livre
Centro Cultural UFMG
Av. Santos Dumont, 174 – Centro
Belo Horizonte – MG
(31)3409-8290
https://www.facebook.com/ centroculturalufmg
O Centro Cultural UFMG fica na Av. Santos Dumont, 174, esquina com Rua da Bahia.
Serviço
Espetáculo teatral “A Santa do Capital” – Baixo Centro En [cena]
Data: 25/05/2018
Horário: 12h30
Local: Auditório do Centro Cultural UFMG
Entrada franca | Classificação: livre
Centro Cultural UFMG
Av. Santos Dumont, 174 – Centro
Belo Horizonte – MG
(31)3409-8290
https://www.facebook.com/

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